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Controle do mal

Em nosso tempo, no qual o mal parece prevalecer, devemos, pela fé, crer que Deus, em seu planejamento, na execução e na preservação de sua criação, continua a ter o controle das causas secundárias, livres, de que a dotou.

Parece-me que aquele que o temem livremente se harmonizam com esses planos, pois a ação de Deus consiste em "efetuar tudo em todos".

Os rebeldes, porém, que desejam levar suas vidas independentemente e opostas aos desígnios do Eterno, apesar de não serem impedidos de o fazer, têm suas atividades controladas de vários modos, pela providência divina:

1. Restritivamente: quando o medo da prisão, da doença ou da morte levam os rebeldes a desistir ou deixar de fazer o mal que tinham intenção de fazer;

2. Diretivamente: quando a onda do mal desencadeada pelos rebeldes é orientada em direção tal que leva à punição dos mesmos, ou pode tornar-se em bem;

3. Limitativamente: quando não é permitido ao mal atingir toda a extensão de que é capaz, impondo-se-lhe limites, além dos quais não pode ir.

Essa misteriosa ação , na qual Deus mantém e governa a liberdade do rebelde é um apelo à sua conversão e a oportunidade permanente que, para isso, Deus lhe oferece; e, para o cristão, essa ação é garantia de que o governo do mundo está nas mãos de Deus, e a glória, porque a liberdade de fazer o bem e não fazer o mal é a mesma que Deus tem.

Para a sua reflexão e meditação, leia 1 Coríntios 12:6:

E há diversidade de operações, mas é o mesmo Deus que opera tudo em todos.

Pr. Sérgio Eustáquio Moreira 

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